Big Data na veia

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Cada vez mais as questões tecnológicas ganham espaço na agenda dos varejistas. No terceiro dia da NRF 2014, o painel “Mapping the Consumer Genome to Drive Profitable Growth in Retail” mais uma vez tocou neste assunto.

O CIO da Ulta, Robert Mills, ponderou que é importante traçar o genoma do consumidor para criar várias iniciativas. Mas uma das mais importantes é reforçar os laços de vizinhança com os clientes. “Usamos o conteúdo para nos conectar com a comunidade que está ao redor da loja”, diz ele. “Criamos, assim, categorias de usuários e conteúdo correspondente para reforçar lealdade deste cliente”.

Para Ginish A.R., vice-presidente de produtos da Infosys, o processo que se inicia com a tecnologia que busca mapear o genoma do consumidor não terá fim. “Nós estamos aprendendo sobre as características do cliente e vamos continuar a aprender”, afirma.

A tecnologia ajuda os varejistas a botar os pingos nos ii, segundo Melissa Flicek Diretora da Target.com. “Houve uma época em que tratávamos todos os mercados e os canais de venda como se fossem os mesmos”, recorda. “Mas, com o tempo, depois de estudar os clientes e as próprias empresas, isso não acontece mais. Nós descobrimos que há vários momentos de compra, há categorias diferentes de clientes e isso deve se refletir nas experiências de marca e nos conteúdos que vamos oferecer”.

“Com o excesso de opções a disposição do consumidor, a lógica da massificação deixou de fazer o mesmo efeito de antigamente”, diz Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da GS&BW. “É preciso conhecer profundamente cada  cliente para atender melhor suas necessidades e desejos”.

Texto de Aluizio Falcão Filho

 

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