Como varejo, finanças, governo e transporte respondem à digitalização

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Um levantamento realizado pela Frost & Sullivan identificou que 87% das grandes companhias já sentem os impactos trazidos pela digitalização da economia. Como toda reação tem uma reação, grande parte delas mexe em seus modelos para responder às pressões.

“Tão importante quanto se planejar e investir no novo conceito, a empresa deve saber mensurar os resultados positivos e os efeitos da transformação digital para seus negócios”, observa Alexander Michael, diretor da consultoria.

O especialista relata o que empresas nos setores de transporte, varejo, governo e finanças tem feito em termos de conceitos tecnológicos emergentes para oferecer melhores serviços, produtos e experiência aos seus consumidores.

Transporte

Segundo o consultor, as companhias aéreas buscam estratégias que ofereçam melhores experiências aos passageiros, ao mesmo tem que maximizem suas margens de lucro. “Automação, digitalização e análise de dados são fundamentais para alcançar as mudanças necessárias”, cita.

Michael observa empresas do setor aéreo movendo-se para entregar cada vez mais autosserviço aos clientes. Além disso, as companhias exploram o uso de recursos como beacons e realidade aumentada para otimizarem a experiência dos consumidores.

Varejo

Na visão do consultor, os varejistas se esforçam para antecipar demandas e personalizar experiências. A Frost & Sullivan acredita que a vertical será altamente impactada por temas como impressão 3D, IoT, mobilidade, robótica, wearables e inteligência artificial.

Governo

A previsão é de que em 2025 existam cerca de 100 cidades inteligentes ao redor do mundo. Nesse mesmo intervalo, governos se tornam cada vez mais conscientes da necessidade de aplicação de TI para enfrentar novos desafios. Esta tecnologia envolve o uso e análise de dados para apoio às decisões.

“Evidentemente, os desafios dependem da situação de infraestrutura, transporte, habitação, serviços básicos, densidade populacional de cada cidade. Igualmente, é importante lembrar que a tecnologia por si só não torna uma cidade inteligente, e que ela existe para melhorar as relações com os cidadãos e fornecer melhores serviços”, ressalta o consultor.

Finanças

A tecnologia mudou muito o setor financeiro no mundo e o surgimento das fintechs adicionou novos componentes na competição. A Frost & Sullivan observa conceitos como algoritmos de aprendizado de máquinas e assistentes virtuais como elementos presentes no horizonte bancário digital.

(Fonte: Computer World)

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