RH na Era da Inteligência Artificial – Indústria 4.0

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Se as máquinas, passam a reunir informações, processá-las e tomar decisões a partir da comunicação com outras máquinas, com outras fábricas e até com o consumidor – sem intervenção humana, através da internet, qual será o papel do trabalhador, dos recursos humanos em uma empresa?

Diante desse processo de automação da manufatura iniciado na Alemanha após a crise financeira de 2008, qual o impacto da digitalização na força de trabalho em uma empresa brasileira na crescente utilização da inteligência artificial, como por exemplo, dos robôs.

Quando muitos especialistas falam e escrevem que estamos no meio de uma revolução que irá alterar profundamente a maneira como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos, parece que não é verdade, ou que é muito distante o tempo que isso irá acontecer.

Para muitos, falar em Inteligência Artificial – IA, revolução tecnológica, é um assunto somente do cinema, das séries da Netflix, aliás, quando muito das séries da TV por assinatura, porque falar em “streaming” ainda é termo técnico.

Mas, basta olhar para um dos aparelhos móveis mais utilizados atualmente para ver que essa nova revolução, chegou.

O seu smartphone, transformou-se em tudo, talvez menos em um telefone. Mais do que um aparelho para uma ligação telefônica, este aparelho hoje, ultrapassou a barreira da transmissão de voz e dados, para os aplicativos, apps, que vão do whatsapp, mensagens instantaneas, portais de notícias, jogos, despertadores, agendas, diários, controladores de saúde, uma infinidade de utilizações, que a cada dia crescem.

Mas a que se deve essa revolução?

Segundo Klaus Schwab, em “The Fourth Industrial Revolution”, três razões mostram que estamos vivendo uma quarta revolução industrial: velocidade, amplitude e profundidade, impacto sistêmico.

Velocidade

Ao contrário das revoluções industriais anteriores, esta evolui em um ritmo exponencial e não linear. Esse é o resultado do mundo multifacetado e profundamente interconectado em que vivemos; além disso, as novas tecnologias geram outras mais novas e cada vez mais qualificadas.

Amplitude e profundidade

Ela tem a revolução digital como base e combina várias tecnologias, levando a mudanças de paradigma sem precedentes da economia, dos negócios, da sociedade e dos indivíduos.

A revolução não está modificando apenas o “o que” e o “como” fazemos as coisas, mas também “quem” somos.

Impacto sistêmico

Ela envolve a transformação de sistemas inteiros entre países e dentro deles, em empresas, indústrias e em toda sociedade.

Assim, as tecnologias digitais, fundamentadas no computador, software e redes, não são novas, mas estão causando rupturas à terceira revolução industrial; estão se tornando mais sofisticadas e integradas e, consequentemente, transformando a sociedade e economia.

 

Fonte: Administradores

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