E-commerce impulsiona novos negócios em Belo Horizonte, revela pesquisa

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Hands holding a credit card and using laptop computer for online shopping
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Empresários mineiros aderem às vendas on-line impulsionados pela mudança nos hábitos de compra dos consumidores

 

O canal digital torna-se ainda mais importante em momentos de crise, de acordo dados recentes da Ebit, que mostram crescimento nominal do segmento de  7,4% em 2016, ao passo que as vendas físicas recuaram 8,7%, conforme o IBGE.

 

O comércio eletrônico tem se consolidado como um facilitador dos negócios, tornando o processo de vendas rápido, fácil e seguro para os clientes, além de estimular a competitividade entre as empresas.

A ferramenta se mostra ainda mais importante em momentos de crise, de acordo com os dados mais recentes da Ebit, referência em informações sobre o varejo eletrônico brasileiro. Segundo a consultoria, esse segmento registrou crescimento nominal* de 7,4% em 2016, ao passo que as vendas físicas recuaram 8,7%, conforme o IBGE.

Nesse contexto, as pesquisas E-Commerce, realizadas em maio pela área de Estudos Econômicos da Fecomércio MG, revelam que há um grande potencial de expansão para as lojas virtuais na capital mineira.

Os estudos indicam que pouco mais de 20% das empresas do comércio varejista de Belo Horizonte trabalham com vendas on-line, seja por plataforma exclusiva ou pela rede de lojas.

Os principais motivos para a baixa adesão são a falta de planejamento/conhecimento (37,8%), de mão de obra especializada (27%) e de tempo (21,6%).

Os levantamentos indicam que 51,9% das pessoas que têm acesso à internet realizam compras nessa plataforma. É o maior percentual registrado pela pesquisa da entidade, iniciada em novembro de 2015. No fim do ano passado, o indicador de consumo via e-commerce estava em 43,8%.

Os principais atrativos do ambiente on-line atualmente, para os clientes, são os descontos oferecidos (51,6%), a praticidade de escolher e receber o produto em casa (38,8%), além da possibilidade de pesquisar preços (16,5%).

O estudo destaca que o primeiro critério para a escolha do site é ser uma empresa conhecida no mercado (43,1%), quesito à frente do melhor preço, opção de 41,5% dos belo-horizontinos.

A indicação de conhecidos aparece em terceiro lugar, com 22,9%. As redes sociais influenciam em mais de 60% dos casos. Além disso, 72,7% dos consumidores da capital mineira habituados às compras on-line já deixaram de adquirir algum tipo de produto do comércio tradicional para comprá-lo pela internet.

 

*O termo “nominal” é usado quando não se desconta a inflação no cálculo. Foto: Freepik.

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