Varejo paulista tem quarto resultado positivo, aponta Associação Comercial de SP

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O novo ciclo no varejo começa a dar sinais de retomada, pelo menos em São Paulo. O volume de vendas do varejo ampliado registrou, em setembro, o quarto resultado positivo consecutivo de 2017 (1,1%), na comparação com o mesmo período de 2016, de acordo com a pesquisa ACVarejo da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

O varejo ampliado inclui automóveis e material de construção. O levantamento também mede o desempenho do varejo restrito. Para Alencar Burti, presidente da entidade, a elevação de setembro ― mesmo que pequena ―, dá prosseguimento a um movimento positivo que teve início em junho deste ano, “o que indica que a recuperação vem ganhando força, em decorrência do aumento da renda e do emprego e da maior disponibilidade de crédito, com taxas de juros mais baixas e maiores prazos de financiamento”.

No período acumulado de janeiro a setembro, o setor acumula alta de 3,2% no território paulista, sobre igual período de 2016.

Atividades

Em setembro, oito das nove atividades econômicas consideradas na pesquisa, expandiram suas vendas em relação ao mesmo período de 2016:

  • lojas de departamento, eletrodomésticos e eletrônicos (12,6%);
  • concessionárias de veículos (10,4%);
  • lojas de móveis e decorações (10,2%);
  • autopeças e acessórios (6,4%);
  • supermercados (4,6%);
  • farmácias e perfumarias (2,9%);
  • lojas de material de construção (2,8%);
  • lojas de vestuário, tecidos e calçados (2%).

Na contramão, o ramo “outros tipos de comércio varejista” perdeu 14,6% ― ele abrange combustíveis e lubrificantes, por exemplo.

Regiões

Na mesma base de comparação, o comércio do Vale do Paraíba teve o melhor desempenho em setembro (11,3%), seguido pelas regiões de Jundiaí (6,8%), Sorocaba e Vale do Paranapanema (5,7%), Ribeirão Preto, Baixa Mogiana e Franca (5,2%), Campinas (2,7%) e Marília (2,7%).

As lojas registraram perdas de vendas nas regiões Metropolitana Oeste (-6,7%), Metropolitana ABC (-3,5%), Presidente Prudente ( -2,1%) e São Paulo (-0,4%).

A pesquisa é elaborada mensalmente pelo Instituto de Economia da ACSP com informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo.

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