Brasileiros que estudaram em Harvard falam sobre suas experiências na universidade americana

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Hoje aconteceu o Retail Executive Summit, o mais relevante evento brasileiro de varejo e consumo, realizado nos Estados Unidos pelo Grupo GS& Gouvêa de Souza e a GS&MD. Como parte deste dia intenso de programação e conteúdo relevantes, Larissa Maranhão, costumer experience manager da BREX e Pedro Farias, presidente da Brazil Conference em Harvard e no MIT e CFO na Harvard Internation Relations Council participaram da palestra “O olhar de brasileiros acadêmicos de Harvard sobre o Brasil”, que contou com a moderação de Walter Longo, sócio-diretor da Unimark Longo.

Para abrir a conversa, Longo perguntou à dupla o que foi mais relevante em Harvard, a aprendizagem ou o relacionamento. “O maior aprendizado da universidade é a afinidade, as pessoas que incorporam Harvard. Essas pessoas sempre procurando o melhor, serem as melhores em suas áreas, mas também serem boas pessoas e crescerem é o que diferencia a universidade”, respondeu Farias.

“Networking é, com certeza, um fator importante. Para se ter uma ideia, na minha classe, tinha família real da Jordânia, o inventor de uma printer que imprimia a baixo custo próteses no Camboja”, concordou Larissa, que também destacou o altíssimo nível dos professores, alguns dos quais são ganhadores do Nobel.

Longo questionou Larissa e Freitas sobre empresas com causa, se elas de fato são as que mais atraem os mais jovens, se isso é essencial ou não. Para Freitas, isso é essencial. “Para trabalhar sim, sem duvidas. Do ponto de vista do consumidor acho que não é necessário, é legal uma empresa que tenha esse posicionamento, mas não é essencial. Eu quero trabalhar em um lugar que tenha impacto, para mim é muito mais importante do que o salário”.

Larissa tem um posicionamento diferente: “Acho que a maioria da minha geração deve discordar um pouco. Para mim não existe nada de errado em seu objetivo principal ser ganhar dinheiro, construir uma empresa, querer que seja a maior da sua área. Não tem nada de errado nisso. Acho horrível demonizar sucesso. Mas tem outra coisa. Eu não iria para uma empresa que não tenha responsabilidade social e acho que ninguém deveria ir. Se não for por virtude, que seja por uma questão de sobrevivência, porque é uma prioridade para essa massa consumidora e com a internet, as coisas se espalham muito rápido”.

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