Presidente da Cielo e COO da Payly falaram sobre novas tecnologias e bancarização

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O Brasil é referência mundial em tecnologia de automação bancária e meios de pagamentos, mas existe uma grande curva de aprendizagem para percorrer no que tange transformação digital, destaca Paulo Caffarelli, presidente da Cielo. “Pense naquela senhora que pega a fila do caixa para receber seu saldo impresso e depois pensa em fazer um saque, e depois retira mais uma vez o extrato de sua conta. Nossos filhos já não querem pegar fila e fazem tudo por um aplicativo, de forma ágil e simples para eles”, afirmou o executivo durante evento do Guarujá, litoral Sul de São Paulo.

Os executivos concordam que a inovação e a tecnologia podem contribuir com o acesso a bancarização da população brasileira. “Você não precisa mais se deslocar até uma agência bancária para abrir uma conta e existem fintechs crescendo no mercado”, lembra Fernando Mathias, COO da Payly. “Também repensar o modelo de correspondente bancário e criar tecnologias para qualquer estabelecimento, a fim de gerar capilaridade pode ser o futuro e o meio de entrada para o ecossistema digital”, ressalta Fernando Mathias.

“Precisamos lembrar que a tecnologia não é linear. Ela segue as necessidades de cada indivíduo. Precisamos pensar como ecossistema de consumo deve ser direcionado pensando nas pessoas e em suas necessidades, gerando experiências positivas”, diz o COO da Payly.

“Os bancos estão precisando se adaptar, pois a transformação digital está vindo para eles. Agência física continua existindo para ter referência e percebemos hoje um contato mais pessoal e cada vez mais intuitivo”, lembra Paulo Caffarelli, Presidente da Cielo. “Estramos vivendo um momento de transição acelerado e diferenciado. Seja pela questão histórica ou sobre transição digital. A questão cultural é uma barreira para nós, mas a nova geração está vindo preparada para um novo meio de pagamento”, conclui Cafarelli.

Este debate fez parte do LIDE TALKS, que organizou encontros intimistas, interativos e dinâmicos, todos com uma hora de duração e capacidade para cerca de 50 participantes, durante sétima edição do Fórum LIDE do Varejo.

Foto: Juan Guerra

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