Vendas para Páscoa podem crescer até 3%

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Uma pesquisa realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo) aponta que a expectativa de vendas para a Páscoa pode ser de aumento de até 3% no comércio. Varejo especializado em chocolate e supermercados são os mais procurados, segundo os dados.

Decoração da loja, promoções, produtos de menor valor são itens que podem chamar atenção do consumidor e facilitar as vendas neste período, de acordo com o presidente da FCDLESP, Mauricio Stainoff. “Os empresários estão mais otimistas do que em 2018. Com isso, certamente haverá promoções, que beneficiarão os consumidores e podem aumentar as vendas”.

Os dados da pesquisa ainda apontam ticket médio de R$ 50 e R$ 200. A seguir, confira a expectativa para cada região de São Paulo:

Região Metropolitana de São Paulo
Para a região metropolitana de São Paulo, as boas expectativas são quase que unânimes entre as respostas da pesquisa. No entanto, o que pode trazer dificuldades é o desemprego. “Ainda temos famílias com diversos membros sem um emprego fixo. Isso pode fazer com que outras prioridades sejam atendidas de imediato”, acredita o presidente da CDL de Diadema, José Manuel Vieira de Mendonça.

Já para algumas indústrias as perspectivas podem ser mais positivas, já que o dólar tende a baixar e a bolsa subir, o que pode evitar reajustes de preço no produto final para o consumidor.

Interior
No interior da cidade, a percepção com as vendas no período é positiva e a expectativa é um crescimento de até 3%. Em Sorocaba, decoração e promoção foram os pontos que o comércio local agregou para chamar atenção dos consumidores.

“A páscoa é sinônimo de chocolate e deve haver mais procura este ano. Devido às tradições religiosas há também um crescimento de vendas de produtos como, peixes, frutos de mar e bebidas em geral”, explica o presidente da CDL Araçatuba, Gener Silva.

Litoral
Para o litoral paulista, a procura não só por ovos, mas chocolate em geral está sendo mais alta, se comparado ao ano passado. Apesar da venda de chocolates caseiros, Camilo Rey, presidente da CDL de Santos, afirma que o mercado existe para todos. “O que pode dificultar as vendas são as despesas de início de ano”, acredita.

* Foto: Sérgio Carvalho/Folhapress

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