Starbucks adota tecnologias para aumentar produtividade

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O Starbucks é uma empresa de café ou de tecnologia? Há alguns anos, essa pergunta não faria sentido. Hoje, o questionamento se tornou não apenas relevante, mas também difícil de responder. Com mais de 28 mil unidades pelo mundo, a companhia fundada em Seattle experimenta um momento de guinada em direção à inovação.

Durante o Microsoft Build 2019, evento que acontece nesta semana em Seattle, a empresa apresentou algumas de suas novidades, que englobam desde inteligência artificial para atender os clientes até internet das coisas nas novas máquinas de café, passando pelo uso de blockchain no rastreamento dos grãos usados. Confira abaixo, em detalhes, as novidades que vêm por aí.

IA

A empresa vai usar inteligência artificial para a “hiperpersonalização” dos pedidos. Com a nova tecnologia, que funciona em um totem digital simples, parecidos com os usados em redes como McDonald’s, a rede consegue “adivinhar” o pedido com base no seu histórico. A ideia é economizar tempo dos clientes. A tecnologia também dá sugestões aos novos clientes, de acordo com padrões locais. Em determinadas cidades dos Estados Unidos, por exemplo, clientes têm mais interesse em cappuccinos que café puro. Com base nesse padrão, a máquina sugere um cappuccino em vez de um café preto.

Blockchain

Para essa novidade, a rede fechou uma parceria com a Microsoft Azure Blockchain. Por meio da tecnologia, será possível rastrear os grãos de café dos seus produtos. Clientes interessados precisam somente escanear um código do produto no aplicativo da Starbucks para descobrir a origem do café. No teste apresentado, uma coincidência: grãos brasileiros.

IoT

Outro investimento anunciado pela companhia é a instalação de um aparelho em suas máquinas de café. O dispositivo, que será inicialmente testado em cerca de 300 lojas dos Estados Unidos, usa internet das coisas para analisar a eficiência das máquinas de café da rede. O objetivo é aumentar a produtividade, evitando que o equipamento apresente problemas antes mesmo deles acontecerem.

Fonte: Época Negócios

*Imagem reprodução

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