Vendas online devem superar US$ 6 trilhões até 2024

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Os pagamentos remotos para bens digitais e físicos deverão ultrapassar US$ 6 trilhões até 2024, em um crescimento de 53% a partir de 2019. A projeção é parte da pesquisa “Pagamentos remotos móveis e on-line de bens digitais e físicos: oportunidades, pontos negativos e competição 2019-2024”, realizada pela Juniper Research.

A expectativa é que as vendas online sejam, em sua maioria, de bens físicos, chegando a quase 80% das compras digitais até 2024. Os pagamentos remotos serão feitos por meio de dispositivos móveis. O número de pessoas que possuem smartphones deverá crescer 60% entre 2019 e 2024. As compras realizadas por meio de computadores, laptops e TVs conectadas deverão ser de apenas 21% até 2024.

Estas mudanças devem causar uma queda no valor médio das transações até 2024. A emissão de bilhetes móveis deve dar suporte a estas transformações e elas devem ser cada vez mais remotas e sem dinheiro.

Para se adequar a este cenário, os varejistas tradicionais devem adotar estratégias omnichannel, se adequando às demandas e expectativas crescentes do consumidor.

A pesquisa também avaliou o nível de agilidade e inovação das estratégias digitais de 25 grandes varejistas. A que apresentou os melhores resultados foi a Home Depot, pelo seu uso de tecnologias, como realidade aumentada e desenvolvimento do e-commerce com aprimoramento das experiências do consumidor no universo online.

A Home Depot possui estratégias omnichannel, com uma grande rede de lojas físicas e experiências no online. A empresa investe no Analytics para acompanhar as mudanças no comportamento do cliente e em tecnologia de realidade aumentada, para possibilitar que os clientes vejam produtos virtuais no universo físico com seus smartphones.

“Os varejistas tradicionais precisam ir além do simples comércio eletrônico para se tornarem as empresas digitais primeiro. Os varejistas devem abraçar fundamentalmente a era digital, otimizando a análise de dados e adotando novas tecnologias; viabilizada por mudanças organizacionais internas radicais”, disse Morgane Kimmich, autor da pesquisa.

*Imagem reprodução

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