Brasil está atrás de outros países na liberação da cannabis

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Milhões de pessoas ao redor do planeta sofrem com doenças que podem ser tratadas ou aliviadas com o uso do canabidiol, uma das substâncias que compõem a cannabis. Para tratar dos potenciais deste mercado, a GS&MD, empresa que integra o ecossistema de negócios do Grupo GS& Gouvêa de Souza realiza, nesta quarta-feira, 27 de novembro, a primeira edição do Cannabusiness Summit.

Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral do Grupo GS& Gouvêa de Souza, iniciou o evento compartilhando com a audiência do evento que está será a primeira vez que o Thanksgiving, tradicional feriado do Dia de Ação de Graças, será comemorado em 11 estados norte-americanos de uma maneira diferente, pois houve uma grande flexibilização do uso da cannabis.

Além disso, “em 33 estados norte-americanos, pessoas que têm doenças ou mal-estar terão acesso mais fácil à cannabis. Foi por essa razão que decidimos falar sobre este assunto, os potenciais deste mercado e o auxílio que ela pode trazer para estas pessoas”.

“Estamos aprendendo juntos, entendo este mercado, o tamanho dele. É uma nova economia, um novo mercado. Não é como um segmento tradicional, talvez porque seja um sistema complexo, cheio de regulamentações, de controversas. Foi outro dia que aprendemos sobre este assunto, isolamos a molécula do CBD”, disse Marcelo Toledo, CEO da GS&MD.

Viviane Sedola, CEO da Dr. Cannabis, falou sobre a importância do assunto e os avanços que foram feitos no Brasil: “No próximo dia 3 de dezembro, haverá uma votação na Anvisa sobre a liberação da cannabis medicinal. É uma votação suada. O Uruguai está na vanguarda em relação à cannabis, foi pioneiro na liberação na América Latina. Temos bons exemplos e um longo caminho a ser percorrido”.

* Imagem: Rodrigo Augusto Fotografia

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