Varejo paulista tem projeção de crescimento de 6%

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Télam Neuquén 02/10/2008 Las ventas en super e hipermercados ha superado en el pasado mes a los guarismos registrados en otros lugares del pais, cifra inédita en los registros provinciales de las últimas décadas.-Foto: Pepe Delloro/Télam/jcp
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O ano de 2020 deve seguir o mesmo ritmo crescente de vendas no varejo paulista com expectativa do faturamento ser 6% a mais que os R$ 741,4 bilhões estimados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) para 2019.

O cálculo da entidade é baseado na melhora do desempenho da indústria, nas expectativas de avanço da agenda neoliberal do governo de Jair Bolsonaro, comandado pelo ministro Paulo Guedes, que pretende diminuir gastos públicos por meio de concessões e privatizações de estatais e no aquecimento do consumo, vinculado à atores que impactam positivamente na renda – como a leve diminuição das taxas de desemprego e a queda do índice de inadimplência.

Caso a estimativa da Federação se confirme, o comércio vai lucrar R$ 42 bilhões a mais e bater o faturamento real de R$ 783,4 bilhões.

No varejo ampliado, a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) aponta para um crescimento de mais de 10% em relação ao último ano nos segmentos de lojas de móveis e decoração (12%), farmácias e perfumarias (11%) e materiais de construção (11%).

Setor com maior participação nas estimativas de faturamento do varejo total (32,5%), os supermercados, conforme a entidade deve fechar 2020 com a receita de R$ 254,3 bi – 4% superior ao projetado para 2019.

Apesar dos números positivos, a FecomercioSP ressalta que os empresários devem ficar atentos a fatores externos, entre eles, as eleições presidenciais dos Estados Unidos e a guerra comercial entre americanos e chineses – que pode influenciar no preço de produtos importados desses países.

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