“Digitalizar não quer dizer se afastar das pessoas”, diz CEO das operações do Outback e Abbraccio no Brasil

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Pierre Berenstein, CEO da Bloomin' Brands, Inc.
[tempo para leitura: 2 minutos]

Dando a sequência da série de lives promovidas pela Mercado & Consumo, nesta quinta-feira (9), o evento online contou com a mediação de Eduardo Yamashita, COO do Grupo GS& Gouvêa de Souza e Cristina Souza, CEO da G&Libbra,que receberam especialistas para compartilharem suas experiências sobre os principais desafios do Foodservice. O encontro contou com apresentações de de Camila Velzi, diretora Comercial da Rappi; Ely Mizrahi, presidente do Instituto Foodservice Brasil (IFB); Pierre Berenstein, CEO da Bloomin’​ Brands, Inc.; e Ricardo Marques, vice-presidente de FoodSolutions da Unilever.

Os restaurantes que têm como principal reconhecimento a experiência que proporciona para os seus clientes, estão passando por um momento ainda mais desafiador, como é o caso do Pierre Berenstein, CEO do Bloomin’​ Brands, Inc., que cuida das marcas Outback e Abraccio. “Com a maior parte da rede física fechada para atendimento ao público e aberta apenas para delivery, buscamos alternativas para atender o nosso cliente da mesma forma. Criamos uma cartinha, com o passo a passo dos procedimentos que os nossos produtos precisam ter para chegar até a mesa. Para viver o mesmo ambiente, também orientamos deixar a casa com a meia luz e acessar a nossa playlist do Spotify. Algumas lojas também estão participando no momento do parabéns com os clientes por chamada telefônica”, afirma Pierre, que atualmente realiza mais de 50 mil aniversários por mês contando todas as unidades da marca.

O consumidor já está apresentando padrões diferentes de comportamento, e por esse motivo, o CEO está mapeando constantemente as reclamações e avaliações das plataformas digitais. “Essas métricas são um termômetro importantíssimo, já que permite em tempo real fazer ajustes e conversar com o time para solucionar e entender cada demanda”, explica Pierre.

Outra experiência importante que o especialista apresenta é a possibilidade de diminuir os processos e burocracias internas, lançando mão das promoções e novos produtos de uma forma mais rápida. Além disso, os produtos que não estão chegando até o consumidor da forma exata como é servido na loja está passando por um processo de reformulação da receita, para que tudo saia como o cliente já conhece.

Ainda com os colaboradores, o grupo conta com um time de sócios, que se dividem na transmissão de informações para as lojas. “No momento atual prevalece a cultura organizacional da marca, como prevalecer o ser humano, manter o senso de trabalhar em equipe e a coragem. Para estar mais próximo, olhamos os colaboradores com lupa”,  conclui o CEO do grupo Bloomin’​ Brands.

* Imagem reprodução

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