Para vice-presidente de FoodSolutions da Unilever, empresas precisam rever seus processos

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Ricardo Marques, vice-presidente de FoodSolutions da Unilever
[tempo para leitura: 2 minutos]

Em meio à pandemia do Coronavírus e seus possíveis impactos na economia e nos negócios, a Mercado & Consumo, plataforma composta por notícias relevantes do mercado, apresenta a série “Mercado & Consumo em Alerta”. O evento online integra uma agenda positiva que visa discutir com lideranças do mercado o atual cenário nos âmbitos do varejo, consumo e economia.

Dando a sequência da série de lives, para colaborar com o atual momento dos negócios no País, hoje, quinta-feira (9), com a mediação de Eduardo Yamashita, COO do Grupo GS& Gouvêa de Souza e Cristina Souza, CEO da G&Libbra, especialistas debateram os principais desafios do Foodservice. O encontro virtual contou com a presença de Camila Velzi, diretora Comercial da Rappi; Ely Mizrahi, presidente do Instituto Foodservice Brasil (IFB); Pierre Berenstein, CEO da Bloomin’​ Brands, Inc.; e Ricardo Marques, vice-presidente de FoodSolutions da Unilever.

Atualmente, especialistas indicam que será necessário rever procedimentos já realizados na cadeia de produção. Para uma estrutura como a Unilever, por exemplo, que tem como público externo os distribuidores e operadores, foi possível dividir o momento em três fases diferentes.

“A primeira preocupação foi sobre qual produto deve ser usado para a higienização de cada superfície. Já na segunda fase, é importante destacar as relações comerciais e ajustes necessários dentro dos estabelecimentos. Por fim, outro ponto importante é pensar no valor humano, já que disponibilizamos doações de mais de 600 mil produtos de limpeza e higiene para áreas de vulnerabilidade social”, afirma Ricardo Marques, vice-presidente de FoodSolutions da Unilever.

O cenário internacional demonstra que a recuperação da economia será lenta. Portanto, o vice-presidente da Unilever, indica que é necessário rever processos para adequação das empresas. Além do capital econômico, o momento é importante para criar ações que viabilizem a responsabilidade social. “Em resumo, precisamos aprender a fazer melhor, com menos”, conclui o executivo.

* Imagem reprodução

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