Para executivos do IDV, Mundo Verde e Ypê, hábitos e prioridades do consumidor mudou

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Durante live promovida pela Gouvêa de Souza, o Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), principal associação do empresariado ligado ao varejo, por meio do seu presidente Marcelo Silva, acredita na necessidade de fechamento de lojas e doações significativas no combate à pandemia, mas entende que é fundamental propor ações urgentes com impacto na economia.

Para Marcelo Silva, é necessário reduzir “as graves consequências de uma queda brutal da atividade econômica, que provocaria uma profunda recessão, com encerramento de muitas atividades e consequente altíssimo nível de desemprego”. O presidente do IDV disse ainda que é preciso olhar o país como um todo e que uma discussão harmônica se faz necessária até que uma solução mais palpável seja encontrada para reduzir drasticamente a incidência do vírus. “Precisamos de união”, finalizou.

Há 30 anos no mercado de produtos naturais, a Mundo Verde há tempos deixou de atender a um nicho. “Queremos traduzir o conceito de saudabilidade em algo mais prazeroso para todo mundo”, defendeu Claudia Abreu, CEO da rede de alimentação saudável . “A marca sempre teve um papel importante na curadoria de produtos, na instrução dos clientes, nas mensagens sobre os benefícios de cada item e agora neste atual momento, decorrente da crise, vamos seguir nos adaptando para atender essa nova demanda”, reforçou.

A presença nas redes sociais e o próprio e-commerce, lançado em 2019, dão subsídios para entender as preferências do consumidor e pautam o desenvolvimento de novos produtos. “O foco, para depois da pandemia, será a experiência do cliente, inovação e sustentabilidade”, explicou Claudia, que identificou uma aceleração no processo de digitalização na empresa.

Ainda durante o webinar, a ideia de que boa parte da cadeia de produção e consumo está focada em higiene foi defendida por todos. As primeiras medidas a serem tomadas internamente pelos especialistas da marca Ypê foi viabilizar a produção de álcool em gel em menos de 72 horas. Para Waldir Junior, presidente Executivo da Ypê, o desafio foi produzir um produto que ainda não estava na planta da empresa.

“Isso vai além dos métodos e procedimentos habituais da companhia, mas em um novo momento como esse, foi preciso se organizar rapidamente tanto do ponto de vista de produção rápida, quanto a parte burocrática para aprovação junto aos órgãos responsáveis”, afirma o especialista, que já atinge a marca de mais de 1,5 milhão de frascos de álcool distribuídos para uso dos colaboradores e hospitais, além de disponibilizar o produto para os varejistas.

* Imagem reprodução

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