Para head de P&D Tech e Inovação da Riachuelo, a ominicanalidade não é apenas mais uma opção adicional de conforto para o consumidor

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DEMETRIO TEODOROV - Head de P&D Tech e Inovação da RIACHUELO
[tempo para leitura: 2 minutos]

Futurista e estrategista com formação pelo Disney Institute, Instituto Europeu de Administração de Empresas (INSEAD), Perestroika (Escola de Metodologias Criativas), Harvard, MIT e Singularity University, Demetrio Teodorov, head de P&D Tech e Inovação da Riachuelo, que acumula passagens em grandes empresas como Alelo, Ultragaz, BASF e PwC, dividiu hoje sua experiência em inovação digital durante painel online promovido pela Mercado & Consumo.

O executivo disse que a pandemia já mudou a relação das marcas com os consumidores e a omnicanalidade é um grande aliado. Segundo ele, o omini não é mais só uma opção adicional de conforto para o consumidor, mas sim uma questão de sobrevivência e obrigatoriedade que vai desde o RFID para controle de estoque até as tecnologias de voz como novo comportamento de compra, e tantas outras inovações que hoje fazem parte do cotidiano das pessoas. “Será preciso perder o preconceito e trazer o futuro para o presente”, disse Teodorov.

Segundo Demetrio, as relações interpessoais, com as marcas e com o ambiente físico já são diferentes. Ele explica que a Riachuelo está explorando ferramentas de realidade aumentada e virtual via aplicativo, para informação de produto reduzindo a necessidade de perguntas a vendedores, para assim garantir a segurança dos consumidores, além do comando de voz da Amazon, a Alexa (assistente virtual) já aplicado em uma loja. “No próximo trimestre teremos a ‘Alexa Transacional’, onde será possível acompanhar o status do pedido da compra” contou.

Em 2016 o executivo implantou um chip NFC na mão direita que, segundo ele, continua funcionamento normalmente. Ele explica que já fez prova conceitual para empresa de varejo, empresa de saúde, empresa de pagamento, para ligar carros e para reconhecimento. Segundo ele isso ainda gera um sentimento de mal estar, mas se pensarmos bem já usamos óculos, marca-passo e outros recursos físicos em nosso corpo. “Inovar também é uma questão de melhor usar as ferramentas que você tem disponível hoje”, concluiu.

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